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AEP aponta ao Japão dos Jogos Olímpicos

 

Apontar às empresas portuguesas um mercado que está a sair da crise melhor do que a Europa e aproveitar o potencial de negócios proporcionado pelos Jogos Olímpicos de 2020. É neste quadro que tem lugar a missão multissetorial da AEP ao Japão, na última semana de novembro.


Ao ser-lhe atribuída a organização dos Jogos Olímpicos de 2020, o Japão acaba de virar uma página da sua História e confirma que está a sair melhor do que a Europa da crise que, desde 2008, vem sacudindo a economia mundial.

Atenta à evolução positiva da economia japonesa e às oportunidades geradas pelo mega-evento olímpico, a AEP - Associação Empresarial de Portugal promove uma missão empresarial, de âmbito multissetorial, a Tóquio, entre 24 e 30 de novembro.

Com cerca de 126 milhões de consumidores, 13 milhões dos quais vivem na capital, o Japão é uma grande potência económica e ocupa o terceiro lugar na lista das maiores economias do mundo em PIB nominal, sendo igualmente a terceira maior em poder de compra. No ano passado, a economia nipónica representou 8,6% do PIB mundial (previsão de 7% para 2013).

Acresce que o período que antecede as Olimpíadas de 2020 apresenta um conjunto inigualável de oportunidades de negócio, desde que atempadamente detetadas junto das diversas entidades envolvidas na organização e do tecido empresarial japonês. Daí que, após o workshop “O mercado japonês – perspetivas e oportunidades para as empresas portuguesas”, que organizou no ano passado, a AEP tenha decidido incluir esta ação no seu programa de internacionalização “Business on the way 2013”, cofinanciado pelo Compete ao abrigo do QREN.

A estrutura económica do Japão inclui grandes e poderosas multinacionais, a par de uma enorme massa de pequenas empresas, que lhe conferem flexibilidade e inovação. O país registou, em 2012, um crescimento de 1,9% no PIB, sobretudo em virtude do aumento de 2,4% no consumo privado. As previsões da Economist Intelligence Unit apontam para um crescimento médio anual de 1,3% daqui até 2017.

Além disso, é esperado um aumento no montante das exportações de bens e serviços de 3% no corrente ano, o que compara com o crescimento previsto do PIB japonês de 3,7%. Também o consumo público aumentou 2,6% em 2012, devendo, todavia, baixar ligeiramente para 2% este ano. O envelhecimento da população e da força de trabalho continuarão a marcar a demografia.

Há que ter em conta que o fator qualidade é da maior importância para a aceitação de qualquer produto no mercado nipónico, o que, à partida, confere alguma vantagem às empresas portuguesas. Porém, a qualidade da oferta lusitana atual não é ainda facilmente percecionada no Japão, apesar das seculares relações culturais e económicas que ligam Portugal àquele país. Deste modo, a missão empresarial, assumidamente exploratória, apresenta-se como uma boa oportunidade para as empresas nacionais que pretendam posicionar-se pela qualidade e modernidade dos seus produtos.

Para tal, o programa de mais esta ação de promoção externa da AEP contempla encontros institucionais e contactos com empresas japonesas, mediante reuniões previamente agendadas. Será também ocasião para, ‘in loco’, os participantes avaliarem das potencialidades do mercado japonês, prospetando diretamente o mercado.

Atualmente, as relações bilaterais são economicamente quase irrelevantes e Portugal assume posições quase insignificantes quer como cliente (72.º lugar em 2012) quer como fornecedor (60.ª posição) do Japão. Nos dois casos, as quotas portuguesas foram inferiores a 0,1% do total.

Para qualquer informação adicional, poderá contactar:
AEP - Associação Empresarial de Portugal
Internacionalização e Promoção Externa
Mónica Machado Moreira
Gestora de Mercados Internacionais
Tel.: 22 998 17 57; Fax: 22 998 17 74 ou através do E-mail


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